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Catterina Seganfreddo

From Famiglia Seganfreddo
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La vita

  • Chamada pelos familiares por 'Catina' ou 'Tia Catina'.
  • Casada com Pellegrino Seganfredo (2) (filho de Giuseppe Seganfreddo), eram primos.
  • Descendentes em Ciríaco e Passo Fundo, RS.
  • 1a filha do casamento de Carlo e Giovanna. Nascida antes da cerimônia religiosa.
  • Viveu até os 15 anos de idade em orfanatos. Suspeita-se do tratamento diferenciado por ter nascido antes do casamento de Carlo e Giovanna. O Padre Antonio Seganfreddo convenceu a família a trazê-la ao Brasil, onde casou com seu primo.
  • Tinha problema de estrabismo, que apareceu em outros parentes mais tarde.


Em pé, da esquerda para a direita: Ester, Sofia, Leonilde, Italia Libera,Otilia,Acchiles e Cornélio; sentados-esq.p/dir: Julia,José,Nonna Catarina, nonno Pellegrino, Rita e Hermenegildo.
In piedi da sinistra: Ester, Sofia, Leonilde, Italia Libera,Otilia,Acchiles e Cornélio; seduti da sinistra: Julia,José,Nonna Catarina, nonno Pellegrino, Rita e Hermenegildo. Famiglia di Catterina e Pellegrino

Destes estão vivas: Leonilde, com 89 anos, mora em Curitiba; Itála, com 88 anos, mora em Passo Fundo; Otilia, mora em Santa Catarina, Quilombo.

Di questi sono viventi: Leonilde di 89 anni che vive a Curitiba; Italia Libera di 88 anni che vive a Passo Fundo; Otilia che vive nello Stato di Santa Catarina a Quilombo.


Conflitos/divergências:

  1. Uma Catterina Seganfreddo, também de Mason Vicentino, casou com Luigi Todeschin em 27/09/1888, nascida provavelmente em 1867. Vide site da Família Todeschini. De quem se trata? O nome Catterina é recorrente na família, deve-se ser mera coincidência.

Altre notizie

di Ana Maria Seganfredo

Sobre a vida da nonna Cattarina ou Cattina

  • Escrevo uma parte da historia da nonna Cattina porque me parece que ela merece um destaque justamente por ter sofrido discriminaÇÃo da mÃe-sem querer culpar a nonna Giovana, pois sÃo coisas dos costumes e das èpocas, que felizmente estÃo mudando atraves dos tempos.

-NASCEU PROVAVELMENTE EM 1878, POIS TINHA DOIS ANOS MENOS QUE O NONNO PELLEGRINO, EMBORA NÃO TENHAMOS ENCONTRADO REGISTRO DOCUMENTAL DESTE NASCIMENTO EM MASON VICENTINO;

-QUANDO NASCEU , COMO SEUS PAIS AINDA NÃO ESTAVAM CASADOS LEGALMENTE COMO DO COSTUME DA ÉPOCA, LOGO AO NASCER FOI COLOCADA EM UM CESTO DE PALHA DE TRIGO E ENTREGUE A UM ORFANATO ATENDIDO POR FREIRAS-GOSTARIA DE SABER SE EXISTE AINDA ESTE ORFANATO ALI????CONTAVASSE QUE QUEM A LEVOU FOI UM SENHOR DE MEIA IDADE CHAMADO "LORIA" QUE DEPOIS VEIO A RESIDIR EM NOVA BASSANO.

-FICOU ATÉ MAIS OU MENOS 10 ANOS DE IDADE NESTE ORFANATO DEPOIS ERA COLOCADA EM LARES "ADOTIVOS", ONDE FICAVA UM CERTO TEMPO.ATÉ OS 15 ANOS DESCONHECIA QUEM SERIAM SEUS PAIS VERDADEIROS.

-QUNADO TINHA 15 ANOS E A FAMILIA VEIO PARA O BRASIL O PADRE ANTONIO DISSE" ESTA MENINA TAMBÉM É DA FAMILIA E ELA VAI COM VOCES".ENTÃO ELA CONHECEU SEUS PAIS VERDADEIROS E GOSTAVA MUITO DO PAI , CARLO, UM HOMEM MUITO BOM. CONTA-SE QUE NUNCA TEVE BOAS RELAÇÕES COM A MÃE GIOVANA, EMBORA TENHA CUUIDADO DELA NOS SEUS ULTIMOS DIAS DE VIDA-DA GIOVANA;.

-ESTE ASSUNTO NÃO ERA MUITO COMENTADO NA FAMILIA POIS SEMPRE NOS CAUSOU UMA CERTA DOR. NÓS CHAMAVAMOS " A HISTÓRIA DA NONNA"

-SEUS IRMÃOS GOSTAVAM DELA, TANTO É QUE NOS ULTIMOS 10 ANOSDE VIDA MOROU CONOSCO-FAMILIA DE CORNELIO, EM CIRIACO E ERA VISITADA PELO IRMÃO SILVIO E PELO SOBRINHO ANTONIO-PAI DO PE. ANTONIO.

-CASOU-SE COM PELLEGRINO, EMBORA PRIMOS , DOIS ANOS DEPOIS DE TER CHEGADO AO BRASIL. -ERA PARTEIRA NAS COLONIAS ITALIANAS, AS VEZES IAM BUSCÁ-LA EM NOVA BASSANO E ELA PERCORRIA LONGAS DISTANCIAS PARA ATENDER AS MULHERES, NÃO RARAS VEZES PERMANECENDO DIAS CUIDANDO DAS PARTURIENTES E DE SEUS RECEM-NASCIDOS.

-TAMBÉM ERA DADA A LEITURA.NÓS, CRIANÇAS, FAZIAMOS CIGARROS COM PALHA DE MILHO PARA ELA E PEDIAMOS QUE NOS CONTASSE ESTÓRIAS. ELA ERA UMA VERDADEIRA ARTISTA NESTE PAPEL IMITANDO PERSONAGENS, FAZENDO GESTOS....AS ESTÓRIAS TINHAM ATÉ DUAS HORAS DE DURAÇÃO...

-ERA AGRICULTORA E GOSTAVA DE IR PARA A LAVOURA TODOS OS DIAS. NOS ANOS QUE PERMANECEU COM O FILHO CORNELIO ACOMPANHOU-O NO TRABALHO DA LAVOURA ATÉ 4 MESES ANTES DE MORRER, EM 1962,COM 84 AnoS DE IDADE.

-ERA MESTRA EM FAZER CHAPÉUS DE PALHA DE TRIGO-QUE SE CHAMAVA "DRESSA" EM DIALETO E TAMBÉM "SPORTE"-SACOLAS-DE PALHA.

-ERA UMA MULHER MUITO FORTE E FRANCA, TALVEZ A DUREZA DA VIDA FEZ COM QUE ELA FOSSE FORTE E AMOROSA COM OS FILHOS. QUANDO QUERIA REPREENDER ALGUM FAMILIAR POR ALGUM MOTIVO DIZIA "SABE O QUE TENHO A TE DIZER? E AÍ CHAMAVA A ATENÇÃO DO FAMILIAR, MAS SEMPRE COM CARINHO.

-PODEMOS DIZER QUE TODOS OS SEUS FILHOS E FILHAS HERDARAM ESTE CARÁTER DE PRIMAR PELA VERDADE E SOLIDARIEDADE. TODOS OS TIOS E TIAS QUE CONHECI TINHAM E TEM UM CERT PERFIM DA NONNA CATTINA-INCLUSIVE EU... OBS :ONDE SE LÊ "PERFIM" LEIA-SE "PERFIL".

Sulla vita di nonna Caterina o Catina


  • Scrivo una parte della storia di nonna Cattina perchè mi sembra che meriti una ricompensa per quelle discriminazioni di cui ha sofferto. Con questo non voglio incolpare la sua mamma, la nonna Giovanna, poichè quelle cose erano dovute ai costumi dell'epoca. Fortunatamente stanno cambiando con l'andare del tempo.
  • Nacque probabilmente nel 1878 poichè aveva due anni in meno del nonno Pellegrino. Non si trova documentazione nei registri di nascita di Mason Vicentino.
  • Quando nacque, siccome il papà non era legalmente sposato, come era costume dell'epoca, fu collocata in un cesto di paglia e rinchiusa in un orfanotrofio. Vorrei sapere se esiste un orfanotrofio in quel posto? Si raccontava che fosse stata allevata da un signore di mezz'età chiamato "Loria" che venne poi ad abitare a Nova Bassano.
  • Rimase circa dieci anni in questo orfanotrofio ed era dichiarata adottabile. Fino all'età di 15 anni non conosceva chi era il suo vero papà.
  • Quando aveva 15 anni, la famiglia vennew in Brasile e Padre Antonio disse: "questa bambina è anche dalla famiglia e deve venire con voi!" Allora essa conobbe il suo vero papà che gli piacque molto: CArlo era per per lei un uomo molto buono. Si racconta invece che non teneva buone relazioni con la mamma Giovanna, anche se la curò negli ultimi giorni della sua vita.
  • Questo racconto non era molto commentato nella nostra famiglia perchè causava un certo dolore. Noi chiamavamo questo "La storia della Nonna".
  • I suoi fratelli le volevano bene e negli ultimi dieci anni della sua vita, quando visse con la famiglia di Cornelio in Ciriaco, ebbe molte visite dal fratello Silvio e dal nipote Antonio (il papà di Padre Antonio Cesar).
  • Si sposò con Pellegrino EMBORA PRIMOS , DOIS ANOS DEPOIS DE TER CHEGADO AO BRASIL. -ERA PARTEIRA NAS COLONIAS ITALIANAS, AS VEZES IAM BUSCÁ-LA EM NOVA BASSANO E ELA PERCORRIA LONGAS DISTANCIAS PARA ATENDER AS MULHERES, NÃO RARAS VEZES PERMANECENDO DIAS CUIDANDO DAS PARTURIENTES E DE SEUS RECEM-NASCIDOS.

-TAMBÉM ERA DADA A LEITURA.NÓS, CRIANÇAS, FAZIAMOS CIGARROS COM PALHA DE MILHO PARA ELA E PEDIAMOS QUE NOS CONTASSE ESTÓRIAS. ELA ERA UMA VERDADEIRA ARTISTA NESTE PAPEL IMITANDO PERSONAGENS, FAZENDO GESTOS....AS ESTÓRIAS TINHAM ATÉ DUAS HORAS DE DURAÇÃO...

-ERA AGRICULTORA E GOSTAVA DE IR PARA A LAVOURA TODOS OS DIAS. NOS ANOS QUE PERMANECEU COM O FILHO CORNELIO ACOMPANHOU-O NO TRABALHO DA LAVOURA ATÉ 4 MESES ANTES DE MORRER, EM 1962,COM 84 AnoS DE IDADE.

-ERA MESTRA EM FAZER CHAPÉUS DE PALHA DE TRIGO-QUE SE CHAMAVA "DRESSA" EM DIALETO E TAMBÉM "SPORTE"-SACOLAS-DE PALHA.

-ERA UMA MULHER MUITO FORTE E FRANCA, TALVEZ A DUREZA DA VIDA FEZ COM QUE ELA FOSSE FORTE E AMOROSA COM OS FILHOS. QUANDO QUERIA REPREENDER ALGUM FAMILIAR POR ALGUM MOTIVO DIZIA "SABE O QUE TENHO A TE DIZER? E AÍ CHAMAVA A ATENÇÃO DO FAMILIAR, MAS SEMPRE COM CARINHO.

-PODEMOS DIZER QUE TODOS OS SEUS FILHOS E FILHAS HERDARAM ESTE CARÁTER DE PRIMAR PELA VERDADE E SOLIDARIEDADE. TODOS OS TIOS E TIAS QUE CONHECI TINHAM E TEM UM CERT PERFIM DA NONNA CATTINA-INCLUSIVE EU... OBS :ONDE SE LÊ "PERFIM" LEIA-SE "PERFIL".


SE ME PERMETE TRADUCO, ALA MIA "LENGUA"-IL PORTULIANANO- LA'ltra PARTE DELLA'STORIA DELLA NONNA CATINA":


.SI SPOSÓ COM PELLEGRINO DI CARLO, CUGINI, DUE ANNI DOPO DI HAVERE ARRIVATO IN BRASILE. FACCEVA ANCHE LA OBSTETRICA SU LE COLONIE ITALIANE, PERCHE NO HAVEVA MEDICI NE'ANCHE HOSPEDALI E TUTTE LE MOGLIE HAVEVANO LI SUOI BAMBINI A CASA. DELLE VOLTE LI CONTADINI VENIVANO TORLA A NOVO BASSANO E LEI ANDAVANO A PIEDI O A CAVALO LUNGHE DISTANCIE PER ATTENDERE LE MOGLIE, MOLTE VOLTE RIMANAVANO DIVERSI GIORNI CURANDO LI BAMBINI APENA NATI E LE SUE MAME.

-A LEI PIACEVA LA LETTURA E NOI BAMBINI DOMANDAVANO A LA NONA CHE LA RACONTASSE LE STORIE DEL'ITALIA, DELLA NEVE, DEI GIORNI FREDDI E DE COME FACEVA LI ABITI PER TUTTA LA FAMIGLIA. -FINA LA SUA MORTE VESTIVA LI ABITI TRADICIONALI DELLE MOGLIE ITALIANE DE QUEL TEMPO, LUNGHI VESTITI E UNO AVENTALE PER SORA, FACCIOLETO IN TESTA.

-LE STORIE CHE LA RACONTAVA DURAVANO ANCHE DUE HORE E NOI FACCIAVAMO CIGARETI DA "FUMO CRIOLO" ENVOLTI IN PAGLIA DE GRANO TURCO PER FARGHE UN REGALO. LEI CONTAVA TANTO BENE STE STORIE CHE NO SE VEDEVA IL TEMPO PASSARE.

-PIACEVA ANDARE A LAVORARE LA TERRA TUTTI LI GIORNI CON SUO FIGLIO CORNELIO, FINA 4 MESI VANTI MORRIRE. QUANDO LEI É STATA AMALATA, -PIU DELLA ETÁ CHE MALATIE- QUI NEL RIO GRANDE DO SUL, IN AGOSTO DE 1962 HÁ FATTO TRE GIORNI DI NEVE COME MAI SE HAVEVA VISTO. NOI APRIAMO LA FINESTRA E DICCEVANO "NONA, SGUARDA LA NEVE" .STATO UNA CALAMITÁ PERCHE QUI NO SE HÁ PROTECIONE PER TANTA NEVE...

-FACEVA ANCHE LI CAPPELI E LE SPORTE CO PAGLIA DE GRANO, CHE CHIAMAVA " DRESSA", QUESTO SE FÁ ANCORA TE LE COLONIE ITALIANE DEL RIO GRANDE DO SUL PER MANTENERE LE TRADICIONE DELLI ANTENATI.

-ERANO UNA MOGLIE FORTE, INCAMBE PERCHE LA SUA VITA NO HAVEVANO STATO MOLTO FACILE. POCCO TEMPO FÁ HO SAPUTO CHE LEI HA PERDUTO UN BAMBINO CO 2 ANNI,IL SECONDO, CHE CHIAMAVA CARLO, FORZE PERCHE NO HAVEVA DOTORI.

-LA SGUARDAVA LI FIGLI E LI NEPOTI, DICCENDO TUTTO COZA CHE ERANO BISOGNO DIRE, PER CORRIGERE QUALCUNO CHE FACEVA QUALCOSA NO "MOLTO CRISTIANA"

-TUTTI LI SUOI FIGLI CHE HO CONOSCIUTO ERANO COME LA NONA, QUELO "PERFIL" DI "JUSTICIA E DI SOLIDARIETÁ.

e ancora......

quando noi siamo a domandare in Mason la "certidão de nascimento" del nonno Pellegrino abbiamo domandato anche della nonna Catarina, na abbiamo recevuto la risposta de che della Catarina non ché, perche no la hanno "resgistrado" La nonna contava la sua storia, che la é stata co le suore e doppo de na "famiglia a l"altra"fina che la ha conosciuto li suoi genitori che la ha portato in Brasil. Lei no haveva documenti di nascita, in la sua tomba no ché la "data di nasacita" come se costuma metere ne le tombe. Se sá che lei haveva 2 anni meno dle nonno, per questo lè nata al 1878, nonno in 1880, vero? dove era il orfanatrofio?qui puo rispondere questo é chi sá dove erano "deixados" li bambini "enjeitados" . qui si chiamava "la roda dos enjeitados" Le famiglie di piu de 100 ani in dietro che no le voleva li bambini li meteve,sensa nessuno sapere te na "roda" sonavano una "campainha" e le suore del orfanatrofio li "recolhia" li bambini.questo é sucesso a la nonna. Ana Maria